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Anomaly: “O nome da agência é a ideia”

Maurício Galván, diretor de criação da agência, detalha a operação premiada pela A-List

Teresa Levin
20 de abril de 2017 - 14h52

Ela nasceu em 2006 e, desde então, já foi listada quatro vezes na A-List, o ranking das melhores agências do mercado desenvolvido pela Advertising Age. Com esta trajetória de sucesso, a Anomaly foi eleita este ano a Agência do Ano desta disputada lista e, por conta disso, Maurício Galván, diretor de criação da Anomaly Nova Yoork, esteve no primeiro dia do Wave Festival in Rio detalhando o caminho que levou a agência a esta conquista.

Como a agência chegou a este desempenho? “Sorte”, apontou o criativo. Para ele, sorte é o que sucede quando a preparação e a oportunidade se encontram, disse citando uma frase de Voltaire. Galván acredita que a agência estava preparada para as oportunidades que apareceram e, com a sorte, foi reconhecida. “O modelo nos preparou para isso e nasceu de uma ideia simples. O nome da agência é a ideia”, disse.

O modelo da Anomaly é baseado em três pilares: olhar o modelo de negócio do cliente, dar um passo atrás e fazer um trabalho que começa antes da comunicação. “E assim que identificamos o problema, nos rodeamos de pessoas de diversas disciplinas”, disse. O segundo pilar da agência é ter a compensação financeira baseada em valor. “Comprovamos nosso compromisso ao termos acordos baseados em desempenho”, explicou. Por fim, a agência busca sempre criar propriedade intelectual para seus clientes.

Para exemplificar a forma de pensar da Anomaly, Galván mostrou cases de sucesso da agência criados para clientes como Johnnie Walker. Conheça um deles abaixo:

 

 

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