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Influenciadores: sua marca deve trabalhar com eles?

Debate reúni Fernanda Cerávolo, do Google, Luther Peczan, da Webedia, e o youtuber Iberê Thenório

Teresa Levin
7 de abril de 2017 - 10h42

influenciadores

Alexandre Zaghi Lemos conduziu debate entre Fernanda Cerávolo (Google), Luther Peczan (Webedia) e o youtuber Iberê Thenório

Forma de contar histórias que vêm ganhando cada dia mais espaço na indústria da comunicação é a narrativa feita por pessoas cujas vozes e ideias tem um potencial amplificador de mensagens. Para Fernanda Cerávolo, diretora de criação da The Zoo, agência interna do Google, se uma marca quer trabalhar com um influenciador, a primeira coisa a ser feita é entrar no canal dele e assistir ao menos dez vídeos. Para ela, se não houver cuidado, a associação entre a marca e um youtuber pode acontecer via alguém que não reflete exatamente o que ela é.

O painel sobre o tema no Wave foi mediado pelo editor-executivo de Meio & Mensagem, Alexandre Zaghi Lemos, e também contou com a participação de Iberê Thenório, do canal Manual do Mundo, que declarou que a coerência deve ser a palavra de ordem na relação entre marcas e influenciadores. “A autenticidade tem que ser respeitada também. Não é só transparência, mas tem que ser coerente com o que o canal apresentou ao longo do tempo”, aconselhou. Luther Peczan, vice-presidente de publishing da Webedia e CEO da Paramaker, contribuiu com a discussão afirmando que não é qualquer influenciador que pode trabalhar com qualquer marca. “Depende muito do perfil dele e do conteúdo que expõe”, argumentou.

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