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Wave Festival

27 A 29 DE MAIO DE 2019 | GRAND HYATT, RIO DE JANEIRO - RJ

Wave aborda vida de criativo fora das agências

Seminário reúne Carlos Righi, produtor associado da Damasco Filmes; Fabio Brandão, diretor da Conspiração Filmes;, e Mauro Cavalletti, head of creative shop do Facebook

Teresa Levin
3 de abril de 2017 - 14h32

 

Fábio Brandão: “Quem inicia carreira em agência acaba desenvolvendo técnicas para conseguir resolver os problemas. Pela pressão, pela competitividade e pela necessidade em surpreender” (crédito: arquivo M&M)

Fábio Brandão: “Quem inicia carreira em agência acaba desenvolvendo técnicas para conseguir resolver os problemas. Pela pressão, pela competitividade e pela necessidade em surpreender” (crédito: arquivo M&M)

Mostrando que a criação pode ir muito além do campo de atuação das agências de publicidade, Carlos Righi, produtor associado da Damasco Filmes, Fabio Brandão, diretor da Conspiração Filmes, e Mauro Cavalletti, head of creative shop do Facebook, mostrarão que é possível continuar criativo fora delas em um dos painéis do primeiro dia do Wave, nesta quarta-feira, dia 5.

“Vida criativa fora da agência é que nem vida fora da Terra: fecha os olhos e pensa na ideia. Pensou? Se a tua imaginação disse que tem, então tem”, comenta Cavalletti, ao falar sobre o que abordará no seminário. Para ele, criatividade é um bicho grande, muito agitado, que não fica preso em canto nenhum. “É uma coisa lisa, cheia de manhas. Se abrir uma brechinha qualquer, cai logo fora da caixinha e muda de endereço. Sai andando por aí visitando a rede infinita de cabeças malucas deste mundo”, diz. Cavalletti acrescenta ainda que, nesta viagem, a criação vai largando ideias geniais aqui e ali. “Mas não acho que faça preferência por um endereço ou outro. Embora todo mundo saiba que alguns lugares são mais atraentes para a criatividade que outros e acabem virando verdadeiros aeroportos de ideias”, frisa.

Já Fabio Brandão diz ter descoberto que a criatividade é algo que todos têm e podem usar em todas as áreas da vida. “Uma pessoa que inicia a carreira numa agência, no departamento de criação, acaba tendo que desenvolver técnicas para conseguir resolver os problemas. Pela pressão, pela competitividade e pela necessidade em surpreender. Lógico que existe o talento, mas a técnica que chega com a experiência também ajuda muito”, avalia.

Brandão ressalta que, em sua visão, a criatividade é essencial para tudo. “Em casa, em família, na cozinha, em nossas relações e em nossos trabalhos. Mesmo que o trabalho seja o mais executivo e burocrático do mundo”, sustenta. Ele acredita que ter sido um criativo em agências faz com que mesmo o trabalho burocrático seja sempre visto como uma oportunidade para sugerir algo novo.

Por outro lado, Carlos Righi, da Damasco Filmes, defende que algumas pessoas nascem criativas. “Adultas, podem exercer sua criatividade numa agência de propaganda, num hospital ou na Câmara dos Deputados”, frisa. Para ele, a frustração e a má qualidade de vida devolvem muitas dessas pessoas ao mundo real. “Onde elas vão continuar sendo, claro, criativas. Só que vão sair mais cedo”, conclui. A continuação desta discussão, que mostrará caminhos da criação fora das agências de publicidade, ocupará o palco do Wave Festival nesta quarta-feira, dia 5.

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